domingo, 2 de agosto de 2009

A água molha, o fogo queima.

A umidade em abundância mofa, deteriora.

O calor em demasia seca, derrete.

Pois que quando há equilíbrio destas condições.

É criado ambiente salutar, agradável.

Entretanto há de ser aos poucos a adaptação.

Pois mudanças bruscas levam ao desequilíbrio.

A falta de condição.

Para que haja vida.

Para que esta esteja sustentada.

Quando há o choque, ou seja, a abundância de um ou outro.

Ou a falta deste ou daquele.

A dissipação da umidade por si só.

Ou o calor sem controle.

Aumento passional, exponencial, incondicional deste.

Até que a umidade retorne suficiente para abrandar este.

Ou que uma pequena faísca ponha fogo em tudo não restando nem uma cinza.

Caso contrário.

Quando há umidade descontrolada.

Por demasiadas lágrimas derramadas.

Cessando a fonte de calor.

Ou por sua escassez, totalmente apagado, que se foi.

Assim há a inundação de mágoas do objeto das condições.

Mas se o calor ainda que em seu menor grau tenha forças.

Poderá secar a umidade.

Encontrar novamente a harmonia.

Enfim, as crias da natureza cruzam seus caminhos.

Assim como futuro, nada é antecipadamente sabido.

Entretanto pela experiência de que nós humano, racional e emocionalmente aprendemos.

Temos a chance de colocar-nos em situações de risco ou de autocontrole.

Basta saber quem és.

Conhecer suas fraquezas.

Conhecer suas fortalezas.

E acima de tudo praticar a vida...

2 comentários:

  1. Talvez

    Talvez nunca encontremos explicação para as coisas
    Que acontecem em nossas vidas
    Talvez não haja explicação
    Ou que haja então...
    Mas,e daí?
    Oque isso irá mudar?
    Isso não implicará em nada
    Porque se houver uma explicação então agímos como deveria
    E se não houver, tudo bem
    Somos pacíficos de erros e acertos
    E é pra isso que vivemos
    Vivemos em troca de um aprendizado constante
    E eu, sigo aprendendo sempre mais do que esperava
    Sigo nesse mundo
    De mentes doentes, retorcidas por ideais
    Por ilusões e emoções
    Que lhes foram facilmente ofertadas
    Ah! Essa tal autosuficiência que insiste em instalar-se
    Que cega, que maltrata
    Seres tão mesquinhos que deixam de perceber
    Gestos tão simples e pequenos
    Mais suficiêntes pra fazer toda a diferença
    É eu sei, estamos aprendendo ainda
    Evoluindo, não é assim que fomos criados?
    Criados para evoluir, jamais regredir?
    Então me pergunto:
    Porque tanta demora em aceitar o aceitável
    E suportar o insuportável?
    É,talvez não sejamos tão bons assim...


    Fabíola

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  2. É...
    É difícil aceitar a imperfeição.
    Por mais que façamos por melhorar nossas atitudes de acordo com aquilo que cremos ser o correto, teremos sempre que nadar contra o fluxo... Não tenho a pretensão de avaliar-me entre os outros ou pelo menos sei que não me é dada esta opção, entretanto o fazemos...
    Principalmente quando já vivestes outras realidades, experiências mundanas, de prazeres sesitivos, animais, em luxúria, sem pensar no segundo adiante... É difícil acordar um dia e enxergar que tudo ou quase tudo que fez foi em vão, pois nossa consciência desperta nos alerta, sempre nos alertou, mas um dia ela vem tão forte e nos acerta em cheio, que não há mais jeito. Continuaremos sendo animais, entretanto racionais, com noção de passado e futuro, continuaremos a ter nossos prazeres dos sentidos materiais, mas a partir do momento em que tens consciência da eternidade, é preciso reformular-se... E esta é a mais difícil parte da jornada... Perdoar a ti mesmo e seguir acertando adiante, e se acaso "errar", novamente levantar a cabeça aprender e não mais retardar o seu caminho de desenvolvimento moral.
    Particularmente está sendo muito difícil para mim, mas não há outra saída...

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