Preciso crer.
E não temer.
Que somente ao nascer é preciso sofrer.
Pois que a vida é pura, é bela.
Temos arreios, temos cela.
Somos nossos donos e não apenas reflexos, mazelas.
E que levaremos daqui?
Riqueza, beleza, títulos, frenesi?
Acredito que não irmão, levarei aquilo que não vejo, apenas sinto, aquilo que aprendi.
E se acaso não crê no que há além do retorno.
Pelo menos deixará a lembrança, desejaría um desgosto?
Não irmão se levante do poço.
Utilize teu poder.
Exerça tua força, tudo aquilo que sente, não se pode ver.
E com amor deixará vida, pois ainda que se vá, muitos hão de seguir, compreender.
Que seu esforço não foi somente pata ti.
Que amou ao próximo antes de partir.
E que sementes jogou ao vento antes de poder seguir.
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