Pode ser papel.
Pode ser jornal.
Pode ser do céu.
Pode ser normal.
Não importa se é sugestão.
Nem que seja somente um bordão.
É oráculo comum, mas me sugere um dia muito bom!
Se não há de ser, construirei com prazer.
A luz do Sol.
Ao vento que leva e que traz amor, paixão.
Pode ser papel.
Pode ser jornal.
Pode ser do céu.
Pode ser normal.
Li caprino com chifre.
Li da juba o rugido, alto som.
Desejo que me decifre.
E que diga em alto e bom som.
Em silêncio somente pelo sorriso, espelho do coração.
Sim, eu te amo.
Te perdoo.
E por mais duro que seja, passo o borrão.
Pois quem nunca errou que levante a mão!
E quem nunca amou que se lance ao chão.
Pois que te amo, e não é mais semente nem grão.
É raiz, caule, folha e flor.
E desejo um dia que haja frutos.
Que este vegetal nunca mais seja podado.
Pela ignorância.
Pela desorganização.
Pois que haja felicidade, cumplicidade, emoção.
A cada abrir dos teus olhos.
Ao bater do meu coração.
Te amo.
Um montão!
Pode ser papel.
Pode ser jornal.
Pode ser do céu.
Pode ser normal.
Que sempre seja especial.
Único.
Momento a momento.
E que a vida imprima seu próprio oráculo.
Nosso próprio oráculo.
De cabritinhos com juba de leão.
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