O ser humano não é um ser dual e sim plural, temos variadas facetas cujas nuances caminham errantes entre a luz e a escuridão. Esta necessidade matemática que possuímos de rotular, classificar, enfim tentar identificar os indivíduos é completamente vã. Somos seres totalmente distintos uns dos outros. Cada um com seu rastro deixado ao passado interagindo com seus pares, com os espaços por onde flui. Não existem caminhos iguais. Podemos encontrar similares, parecidos, mas nunca exatamente iguais, tal qual a íris ou a digital, portanto somos seres únicos e possuímos tudo o que há no universo dentro de nós, ativando e exercendo através de nossa vontade aquilo que desejarmos, pois o todo é uma partícula e a menor partícula contém o todo.
Exatamente por isso que não há como limitarmos nossas capacidades, pois possuímos algo que nos movimenta, que nos move. É algo simplesmente maravilhoso, são matizes sem fim! Formatos diversos! Características ilimitadas! Mas ainda assim materialmente podemos reduzir tudo o que há no cosmos em uma só partícula fundamental. Mas e a energia que rege e movimenta este todo? Esta é a centelha! Que como o crepitar da brasa, se modifica o tempo todo, fornecendo calor, fumaça, som, odor...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
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