Um suspiro, um alento.
Daquela que me alimenta.
Me enche de fogo.
Quem confio, desposo.
Uma luz, lembrança.
E com sorriso de criança.
Me desarma.
Me afaga.
Mas como sabemos...
Não é o momento.
Sem constrangimento.
Concordo, não é o momento.
Hei de ser forte.
Seguir rumo ao norte.
Encontrar a paz.
E então a liberdade que me compraz.
E então em regozijo de paixão.
Desejo darmos as mãos.
No momento certo.
Do modo exato.
Mas o futuro...
Este vulto imaginário.
Este quadro em branco.
Este lindo aquário.
A Deus pertence.
Portanto há de ter fé.
E orar para que que tiver que ser, que seja.
Da forma que Ele planeja.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
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