segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sinto como vento.
Que passa e desenbaraça o rebento.
Que acabara de nascer.
E um dia há de morrer...

Tudo nessa vida passa...
Clichê mais sem graça.
Mas ainda que batido é verdade.
Faz sentido.

O que sinto, amanhã sentía.
O que senti posso não sentir mais.
Raciocíno da forma mais fria.
Pois que das memórias diversas esqueceremos jamais.

Está tudo gravado.
Não tem jeito tudo já foi organizado.
Pode ser que algo tenha sido milimetricamente alterado.
Cores, luzes, até mesmo rostos, porém sentimentos ficarão para sempre marcados.

Se por acaso não ficou.
Com certeza nem mesmo se formou.
Ou se assim desejaste aconteceu e para atrás ficou.
E você nem se tocou.

Apenas um dos sentimentos após identificado é perene, permanente.
Sim, o amor.
E qualquer matiz ou cor.
Chame do que quiser, mas no fundo no fundo é o amor.

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