Sem a leveza que se deve viver.
Arrasta a amagura dentro de seu ser.
Humilhante reflexo material.
De alguém arrogante, animal.
Se a stagnação lhe envolve os membros.
E ainda que pronuncie tristes lamentos.
Nada faz para ao menos, sua alma acalmar.
E é muito triste pensar.
Que a qualquer momento poderá anular.
Mais esta chance de amar.
Pois que não há mais júbilo.
Não há mais sorriso.
Nem alegrias a lhe animar.
Entrega-se ao mofo.
Sua solução é crer estar morto.
Mas tua crença hipócritamente lhe torna impossível a fuga.
Lhe abate diante da luta.
Na crença equivocada de mais uma chance pós armagedom.
E assim cono ao ouvir um tom.
A não encontrar nada de bom.
Some.
Desaparece aos olhos, córneas, íris.
Aparece ao espelho do além.
Com as dúvidas que a todos atormenta.
Nada mais engendra a razão de outrém.
Pois por suas próprias mão sucumbe.
E por seu próprio sofrimento há de encontrar nesta vida fúnebre.
Seu esperado fim.
Que não termina.
Não sacia, nem aquece.
Não tranquiliza nem arrefece.
A dor, eterna companheira.
Que durante sua carreira.
Nunca o deixou de acompanhar.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
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