Não adianta esquivar-se de seus próprios golpes.
São teus, estás ferido.
E ainda que sua própria covardia por agora te poupes.
És tu mesmo que está machucando, os golpes disferindo.
Não adianta cobrir teu corpo de água.
O fogo já foi engolido.
Não restará uma só arma.
Tudo mais já foi corroído.
A corvadia te salva?
Ou somente a dor adia?
Não depende apenas de tua mente alva.
Mas de atos e não de palavra vazia.
É isso, é isso.
Não passa de água passada.
É aquilo, é aquilo.
Não deixa de ser frustração represada.
Podes enganar a todos.
Não a ti.
Poderá destruir a todos.
Não a ti.
És luz, pensamento, energía.
Não depende de tua própria vontade.
É continuidade e nunca letargia.
Por menor que seja, será algo absoluto e nunca somente a metade.
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