sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Se esforça.
Mas é morte lenta...
Não se inforca...
Tenta, tenta, tenta...

Busca o prazer como remédio para as dores.
Que todos suportam.
São seus pendores.
Para a fraqueza dos seres que sufocam.

Não deseja esperar.
Ainda que seja completamente arbitrário.
Não deseja aos seus próximos desesperar.
Nem tão pouco aumentar a fila dos que se aproximam de seu ser "segregário".

Aumentar a inútil dor.
Destruir sonhos, ideais mesclados ao torpor de uma vida desviada.
De verbo encantador.
Mas de idéia desvairada.

Ele foge de si mesmo.
Afasta todos que o rodeiam.
Aproxima os que o odeiam.
E assim continua a vagar a esmo.

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