quarta-feira, 28 de março de 2012

Desperto com a alvorada.

Desperto com a alvorada.
Renascendo admiro.
O matiz multicolorido.
Do céu, tela maravilhosa.
A certeza de mais um dia.
Da glória, da magia.
Do admirar de uma criança.
Que o cotidiano não deixa passar.
Surpresa eterna.
Paixão intensa.
Que sempre existiu dentro de nós.
Um regalo de nosso Deus.
Que os olhos não precisam ver.
Nem olfano, tato, audição nem paladar precisam atestar.
Pois que sinto em minha alma.
Além desta matéria, deste tempo.
A eterna e nata capacidade.
De viver, de amar.

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