Sinto a brisa da noite.
O silêncio é um açoite.
O coração a pulsar.
O desejo de amar.
Nas lembranças a vagar.
Lembra sorrindo ao recordar.
É, tempo não passa devagar.
É cometa, como o céu a riscar.
O que sou hoje.
Como sou.
Como vou.
É muita sorte.
Daquele que tem esperança.
Que contudo, sorri como criança.
Carrega muitos na lembrança.
Da dúvida a confiança.
E assim segue o rumo.
Nem sempre no prumo.
Mas certo que tem orgulho.
Dos descalços passos a trilhar.
quarta-feira, 28 de março de 2012
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