Um rio caudaloso.
Fundo rochoso.
Onde corre fresca água.
Pura e clara.
Límpida e insípida.
Somente água.
O aroma da floresta que paira sobre a bruma que cobre o Rio.
O reflexo do brilho solar a perder-se no vazio.
Traz tranquilidade ao peito daquele que sente a corrente a água a levar.
E ainda que não houvesse teu olhar.
O rio seguiria teu caminho independente.
Contínuo ao transpor barreiras com tua força a arrebentar.
Ó rio de encantos.
Que ouço em teu canto.
O que há de mais belo, e no entanto.
Melancolia mescla-se ao prazer, alegria, florescer.
Pois que das montanhas vieste nascer.
No mar misturar, falecer, e aos céus novamente se elevar.
Desejo ainda que este saudoso rio.
O qual tanto prezo, tanto amo.
Possa novamente cruzar.
Não! Não desejo mais somente cruzá-lo.
Mas em tuas águas navegar.
Até seu delta alcançar e minha embarcação afundar.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
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