domingo, 4 de outubro de 2009

Tudo muda o tempo todo.

Renovação.
Novo novamente.
Novamente nova.
Nova mente.
A matéria não mente.
Degrada, desdobra.
Sempre nova obra.
Inacabada se trnsforma.
É sem fim no infinito.
As pluralidades.
As desigualdades.
Ansiedades de cada sentir.
Doer talvez? Pode até ser...
É opção diante da sofreguidão.
Que é certa.
Assim como a água desperta o semblante cansado.
Se um ser humano ofuscado.
Por qualquer que seja a luz.
Principalmente a da cor do pecado.
Que mora ao seu lado.
E por isso fecha seus olhos.
Que um dia estiveram abertos.
E que viram suas próprias mãos sujas de fel.
Cruel, pois sem amor.
Restando apenas atrito, tesão e dor...

Nenhum comentário:

Postar um comentário