Criatura...
Preguiça consome tempo, consome a alma.
Diabruras, consomem energia, desvirtuam do caminho.
Caminho mais fácil.
Caminhar cego e errante.
Mãos atadas ira constante...
Implosão eminente.
Egoísmo é sensivelmente presente.
Foda-se o mundo.
Não serei eu a mudá-lo, que moral eu tenho?
Ainda que pareça apoio,
Há disputa de egos.
Há disputa de zelos.
Fodam-se os zelos!
Não quero afagar quem não será afagado pelo mundo.
Não quero afogar, aquele quem fiz viver nove meses submerso.
Deixe que viva!
Deixe que sofra!
Deixe que experimente!
Para que depois não morra.
Se não vive desde já o sofrimento natural deste miserável animal humano,
Não conhecerá a felicidade,
Ao contrário,
Se for criado em redoma,
Esta será esmagada pelo rolo compressor da vida adulta, adultera...
Ele precisa saber defender-se
Saber guerrear por seu espaço neste mundo insano.
Simplesmente, por amor a ele, deixe que crie seus anticorpos....
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