Onde eu estou?
Não sei...
Me viro para trás e só vejo preguiça, perda de tempo e energia em vão....
A esperança parece morrer a cada dia...
A cada lembrança do que deixei para trás, é mais uma chaga na vontade de seguir atado.
Sim, estou atado a um passado imperfeito.
Atado ao meu próprio doentio livre arbítrio.
As minhas próprias escolhas, ou concessões...
Deixei por vezes a minha vida me levar para onde o vento soprava.
Era vento quente, aroma delicioso de prazer.
E agora estou em uma ilha que eu mesmo criei.
Que farei?
Onde estou?
Não vejo o continente, não vejo saídas, enxergo apenas mazelas.
Vejo somente a certeza de dor e desespero...
E quem sou?
Sou o criador desta realidade...
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