Uma delas acredito ser a religião.
É lógico ter um mundo entregue ao livre arbítrio de humanidade tão miserável, que promove guerras para fomentar indústrias bélicas e farmacêuticas, as quais são as que mais lucram, após os bancos internacionais, que subjugam seres humanos como os mesmos, em função de não pertencerem a sua etnia, grupo sanguíneo, pátria, religião, círculo de poder, ou qualquer outro argumento esdrúxulo que justifique matanças?
Quem lucra com este mundo? Os que divinamente nos trazem a salvação através de rituais, dogmas, orações, rezas, enfim, falácias que poucas vezes se resumem em ações concretas do indivíduo, que poderiam modificar este mundo. Basta arrepender-se, fazer um “trabalho”, bater a cabeça no muro, viajar a cidade sagrada uma vez na vida, se confessar, enfim, após esta catarse, o indivíduo está pronto para outra, ou seja, pronto para seguir sendo manipulado pelo consumismo desenfreado, seguir errando pequenos erros cotidianos como sair da praia e deixar um rastro de dejetos, serem cúmplices com aquele que fecha o cruzamento, pois faz o mesmo e não tem moral para exercer a cidadania e reclamar seus direitos, seguir votando naquele amigo que prometeu arrumar seu jardim em troca de votos enquanto a educação do país se desintegra retroalimentando a massa de manobra. Enfim, o criador é a salvação e o espectador do autoflagelo de sua própria criação, que lógica há nisso???
A filosofia não. Se fôssemos educados desde a infância a filosofar, a discutir assuntos profundos sobre a ética – não aquela dos políticos corruptos quem elegemos, mas a própria ética individual – sobre a lógica, a moral, teríamos uma massa de seres mais racionais e que pensam e que seria um espelho para uma sociedade mais justa, mais participativa, mais comprometida com o bem do próximo, não pela culpa e negativismo que as religiões impõem e sim através do positivismo e da realidade de que somos um grão de areia num todo e, portanto o todo deve estar harmoniosamente organizado para o bem de cada indivíduo e assim para cada um de nós.
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