Amor, oh amor.
Nunca permiti que platônico fosse.
Mergulho de cabeça, ou mergulhava, sem pensar em possível dor.
Olhares, gestos, sorrisos, perfume doce.
O tempo passa.
Aprendemos com erros, desvios, ilusões.
Ainda assim, a vida se renova, para que o sentimento renasça.
Assim que nos desvencilhamos do apego arrancamos os velhos grilhões.
E, pois que levanta-te a cabeça e anda.
Voltar a viver, a vida reciclar.
Sem pressa, mas com gana.
Novo mundo conhecer, velho mundo visitar.
Ainda ei de ser escolhido, simultaneamente escolher.
Fazer valer a sincronicidade.
E permitir o coração aquecer, repousar, derreter...
E fundir-se ao da amante sem pudor, pressa, ansiedade.
Portanto ainda que sofrido.
Sonho poder amar.
Dentre a multidão, desde o anonimato ao qual já conhecido.
Descobrir, atrair, perceber, decifrar.
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