sábado, 29 de agosto de 2009

Eu por eu mesmo.

Não faço parte de mais nada.
De mundo algum, nem tribo, nem nada.
Tô somente vagando e esbarrando.
Vagando e esbarrando.

Que noite de merda.
Será que este ser que escreve não acerta?
É errante, um jumento e possante.
Que capacidade tem de arrancar as oportunidades do seu alcance...

Quem você pensa que é animal.
Só consegue plantar o mal.
Quer colher o que? Favos de mel?
Porra nenhuma! Cala a boca e amarga teu fel!

É idiota! Ele não te ouve mesmo!
Principalmente enquanto da tiros a esmo.
É mais fácil que o chão se abra!
E abra cadabra!

Queima... Reviva tua vida medíocre!
Sinta suas cinzas que sobram de sua ignorância ocre.
Sente o pior dos ardores a ver eternamente seus erros grotescos!
Em cenas e atores Dantescos!

E teu ouvido não escapará meu camarada!
Escutarás os gritos, gemidos e ranger de dentes acompanhando bem alto tua caminhada!
Peça perdão! Peça perdão!Peça perdão!
Hahaha!!! Não consegue abrir a boca seu covarde, bundão!

Engole a seco, pois aqui não há água.
Há vapor que sufoca...
E ainda pensas em trégua?
Não credes que apena ainda é pouca?

Resigne-se, foi você quem quis assim.
Triste diabo... Levanta a cabeça pra mim!
Perdoa a ti mesmo, perdoa!
Garanto que a partir deste momento não haverá mais partícula que doa.
Portanto perdoa!

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