domingo, 23 de agosto de 2009

Arrependido a chorar.

Amor.
Me exclui de teu caminho amor.
Pois a pétala da mais linda flor.
Não poderia secar.

Amor.
Desde aquele maldito dia.
Tudo que eu mais queria.
Era segui a te acompanhar.

Mas agora.
Estraguei aquele encanto.
Me recolho em meu canto.
Os meus cacos ainda a quebrar.

Amor.
Ainda me rendo ao seu encanto.
Pueril ainda é meu pranto.
a minha voz a embargar.

Minha flor.
Se tinha de ser assim.
Não posso mais pensar em mim.
E viver a vida a vagar.

Minha flor.
Tu és aquela a mais linda.
Ainda és minha menina.
Mesmo que de mim não te lembres mais.

E agora.
Estraguei aquele encanto.
Me recolho em meu canto.
Os meus cacos ainda a quebrar.

Enfim.
Me arrependo daquele fim.
Para mim não pode ser assim.
Já que o sentimento ainda há de aflorar.

Embora.
Não te queira prisioneira.
Desejo vê-la faceira.
Livre a incorporar.

Assim.
Sigo triste mas feliz.
De saber que ao menos os teus passos.
Um dia pude acompanhar.

E então me escondo em meu pranto.
Desejando seu encontro.
Ainda que a mim.
Não me queira mais.

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