Não quero ver sangue
Não me xingue, não me chame...
Esquecer jamais!
Daqueles sonhos nupciais...
Sou responsável.
Não queira roubar esta culpa insuportável.
Sim, ofendido rastejei.
E saiba a verdade: nunca a rejeitei!!!
Mercenária?
Assim que se intitula ao admitir esta tua indumentária?
Que somente o preço há de pagar?
E os sentimentos, momentos, emoções, sacrifícios, o tempo há de levar?
Se for levada não queria me buscar...
Pois quem ama, bebe ainda que amargo o sangue, o morrer, o lutar!
Se tal herança não lhe traz esperança de viver livre, em paz...
Lamento muito eu lamento, pois que te amo demais e esta vida que tens não me apraz...
O que te fará bem, meu bem?
O que não lhe faz mal, misterioso animal.
Elogios te encantam, impede teu progresso, alcançar teu cabedal?
Que és tu, menina de semblante sofrido, mostre a mim seu eu real.
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