terça-feira, 28 de julho de 2009

Capacidade de viver a temporariedade dos fatos...

Dormir e acordar.
Ciclo incessante.
Mas não obstante.
Há de cessar.

De olhos abertos.
Diante de um vasto icógnito.
De olhos fechados diante de um vasto sonhar devaneado.
O melhor é manter-se disperso.

Daqueles que o afundam.
Carregam para baixo.
Sua mente inundam.
Te deixam cabisbaixo.

E assim segue o ciclo.
A força há de ser da vontade.
Que tudo move, inclusive você.
Não creia em mitos.

Pois assim como David.
Reside em ti também o Golias.
Portanto cuidado!
A queda pode ser de ti a ti, não duvide.

E quanto ao passado.
Imutável pétreo...
Escada ou abismo...
Leve ou pesado...

Dualidades entre futuro e passado.
Mas há de viver o presente.
E se teu passado o tornou discrente?
E se a dúvida tornou-se um fardo?

É, há de olhar adiante, sem esquecer dos tropeços...
Esquecimento construtivo.
Diante de atos destrutívos
Que levou sonhos aos pedaços...

Que fazer com o sentimento presente?
Destruido pelo passado.
Amassado.
De futuro destituído?

Talvez para isso exista a fé...
Luz que traz a tona a esperança, apesar de tudo que haja ocorrido.
Ainda que haja muito a suceder.
Se a tens, ainda poderá crer que és.

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