De que vale a luz do sol se não a busca a nutrir tua pele?
De que vale ver e não enxergar aquilo que evita, que lhe faz pensar, que lhe mostra seu verdadeiro ser?
De que vale a confiança se tu mesmo não confia em ti?
De que vale uma vitória, se ainda há anos para derrotar-se, boicotar-se, arrepender-se?
De que vale a lembrança, se não és capaz de filtrá-las e benignas hão de ser?
De que vale um carinho, se não é doado e sim barganhado?
De que vale o conhecimento sem sua aplicação?
De que vale a casca sem o nutriente que é envolvido então?
De que vale escrever isso se não sabes o valor de cada linha escrita?
De que vale?
quinta-feira, 30 de julho de 2009
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