quinta-feira, 30 de julho de 2009

A fuga, paradoxalmente uma prisão.

Assim que temes por algum ato cometido.

Algo nada comedido.

Atormenta-se antecipadamente pelo julgamento, principalmente aquele que vem de dentro.

Nasce a semente da fuga como antídoto ao tormento.

O primeiro sentimento é de alívio.

Entretanto dura pouco, pois é ilusório, é lascivo.

Mas o tormento cega, durante curto espaço de tempo ilusório é o vazio.

Entretanto, o vazo “esquecido” simultaneamente enche...

O ato de fugir, correr, esconder o leva ao limite.

Onde havia a idéia de liberdade agora há a revolta do aprisionado por seus próprios atos.

Quando torna-se consciente, pode-se tornar-se até mesmo um louco um demente.

De tanto mentir, fugir, esconder-se, enfim adulterar a realidade ela torna-se real.

O mundo não é mais o mesmo.

A mentira é a verdade.

O fugitivo, prisioneiro.

A liberdade, a humildade.

Humildade de reconhecer teus erros.

Admitir seus resultados, desvendar seus segredos.

Perdoa-se a si e solicitá-lo aos quem prejudicou.

Aceitar os caminhos trilhados cegamente, olhar para frente.

Assim a fuga liberta-o para viver em paz.

A consciência se faz novamente viva, compraz-lhe significativamente vibrante, ativa.

Mas mantendo-se a humildade e a nova descoberta sabedoria.

Siga teu caminho sem os mesmos erros a cometer, sem mentiras do simples e feliz viver.

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