segunda-feira, 27 de julho de 2009

Jamais... Ainda que este não pareça existir...

Luz do Sol Resplandescente.
Atinge a beleza da complexidade de ser tão bela.
Refrata, resvala.
Ao seu redor clareia, traz o clarão celeste.
Unida a irradiação que não se vê.
Apenas pode-se sentir.
Rasga as moléculas de ar.
Atinge o novexo perecível de meu olhar.
Que toda luz pode absorver, captar.
E esta congela-se!
Derrete-se vertendo lava, alva, lágrima.
E numa torrente, pura energia ardente.
Fótons, nervos, processo, lembrança.
SENTIMENTO.
A todo corpo jorram agora seus filamentos.
Num estupendo eco, cada pelo arrepia-se.
A velha bomba palpita, não somente pulsiona...
Respirar, impossível, sofregar, necessário...
Duvidadas de que?
Sabe-se muito bem o que fazer!
Entretanto tolo ser...
Ainda das lembranças há de perecer...
Por tamanho amor negou-se receber.
Através de insensatos atos.
Tomado de ira demoníaca, força destrutiva.
Tudo ou nada...
Preto ou branco...
Esmagou o querer.
Querer bem.
De quem ainda ama também.
Mas que se foi...
Seguiu seu caminho.
Qual caminho?
Já não o encontro mais...
Jamais?

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