Vou-me como a brisa do vento...
Sem rumo, já que os sonhos não há de selecionar...
Com dúvidas do quanto ainda posso amar.
Com natural medo de amargurar.
O mofar de esperança tão vívida...
Mas que parece brincar...
Não há diálogo franco.
É página em branco...
Não sei o que prever.
Não há como antever...
Basta tão somente ter coragem...
Fé...
E viver...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
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