Quando iniciei este curso?
Dramaturgo dramático...
Talvez desde a fonte...
Percorreu o curso do rio da vida.
Por qual deixei-me levar.
Um abuso...
No ciclo de reagir e deixar passar...
O copo foi-se enchendo.
A trama foi tecendo.
O palhaço triste...
Ficou em seu camarim a se maquear.
Ao tentar fugir deste circo.
A tempestade o deteve.
Sua máscara derreteu as lágrimas.
Do pranto da chuva.
Encontrou-se rico...
Mas de pobre espírito...
De que adianta toda a prata?
Se a vida toda viveu de esmolas, bengalas...
E a vida foi construindo...
Talvez seu pior monstro, um ser empírico...
Cadê teu canudo?
Onde está teu orgulho?
Sua identidade?
Quem és tu?
Pois sim... Será feliz o dia que for um simples desnudo.
terça-feira, 28 de julho de 2009
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