sexta-feira, 31 de julho de 2009

Mas é preciso seguir!

Enquanto pulsar o coração.

Energia fluir entre os neurônios.

Meus pelos cresceram.

Devo manter mente e corpo são.

Ainda que vento force a fechar as janelas.

Mesmo que a porta pareça estar trancada.

A luz apagada.

Não devo ceder às mazelas.

Sem lamentação.

Olhar acima, adiante.

É vasto o mundo.

Infinita é a possibilidade de expansão.

Com força a abrir as janelas!

Com os dois pés a porta arrombar!

Quanto a luz...

Eu sou luz, permita-se fechar os olhos e ainda assim enxergar sem seqüelas.

Pois deste mundo não hei nada de esperar.

Porque esperar é estagnar.

Eu quero é viver.

Chega de dramatizar!

E quanto aos alicerces.

Andei.

Realmente por eles já caminhei e portanto já ficaram para trás.

Lembranças? Somente dos caminhos que mereces!

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