Enquanto pulsar o coração.
Energia fluir entre os neurônios.
Meus pelos cresceram.
Devo manter mente e corpo são.
Ainda que vento force a fechar as janelas.
Mesmo que a porta pareça estar trancada.
A luz apagada.
Não devo ceder às mazelas.
Sem lamentação.
Olhar acima, adiante.
É vasto o mundo.
Infinita é a possibilidade de expansão.
Com força a abrir as janelas!
Com os dois pés a porta arrombar!
Quanto a luz...
Eu sou luz, permita-se fechar os olhos e ainda assim enxergar sem seqüelas.
Pois deste mundo não hei nada de esperar.
Porque esperar é estagnar.
Eu quero é viver.
Chega de dramatizar!
E quanto aos alicerces.
Andei.
Realmente por eles já caminhei e portanto já ficaram para trás.
Lembranças? Somente dos caminhos que mereces!
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